Pular para o conteúdo principal

A geografia imperfeita dos EUA

 



As imagens representam a topografia do território norte-americano. Qualquer um que se interessa em estudar geografia irá notar a vulnerabilidade formada pelos constantes furacões no Golfo do México e na costa Leste, o maior supervulcão do mundo está nos EUA no estado do Colorado, La Garita, assim como eles tem 5 dos 12 maiores supervulcões do mundo, os EUA tem uma grande área desértica e inóspita, tem uma das maiores redes de montanhas do mundo, toda a costa Oeste é uma zona de frequentes abalos sísmicos, ao Norte/Nordeste, o inverno é massacrante impossibilitando algumas indústrias de operarem, além de afetar o tráfego aéreo, as geadas impactam a agricultura, entre tantas outras coisas que sequer são mencionadas.

O território americano, ao contrário do que se supõe não é muito bom. Apesar das bacias que desaguam no Oceano Atlântico e contar com as duas costas voltadas para cada Oceano do planeta, o que certamente lhe confere vantagens, todo o resto é desvantajoso, a cadeia de formações elevadas na costa oeste impedem uma conexão mais profunda com o centro-oeste e leste do país.

Em uma aula de geografia dos EUA, comentar aspectos relevantes que qualquer pessoa que se interessa por geografia irá notar:

A vulnerabilidade formada pelos constantes furacões no Golfo do México, formando também grandes enchentes e sempre trazendo prejuízos bilionários;
Lar do maior supervulcão do mundo e concentrações vulcânicas do mundo;
Uma grande área desértica e inóspita formado por enormes cânions;
Zonas de frequentes abalos sísmicos na costa oeste desde terremotos, maremotos e imensos incêndios florestais;
As tempestades de neve que paralisam a atividade econômica durante o inverno, principalmente no nordeste(Green belts/Dairy belt) dos EUA, a região mais rica, afetando até mesmo as safras do agronegócio no centro-oeste (Wheat belt/Corn belt/Cotton belt)

Entre outras coisas que sequer são mencionadas. Ao contrário dos EUA, o Brasil não sofre dos mesmos problemas geográficos que os norte-americanos, não temos nenhum abalo sísmico que paralise a atividade econômica, sequer por alguns dias.

Na geografia dos Estados Unidos, um belt ou "cinturão" geralmente se refere a uma região ou área com uma característica ou indústria comum, por exemplo, os cinturões principais.

Cinturão do Trigo: Regiões no Meio-Oeste e Grandes Planícies conhecidas pela produção de trigo;

Cinturão do Gelo: Regiões do norte dos EUA propensas a invernos frios e geadas;

Cinturão do Algodão: Estados do sul onde o cultivo de algodão é proeminente;

Cinturão do Milho: Região do Meio-Oeste conhecida por sua produção de milho;

Cinturão da Ferrugem: Estados do nordeste e meio-oeste com economias industriais em declínio;

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A geografia do Brasil

  A geografia física do Brasil se ocupa da caracterização e compreensão dos elementos que formam a paisagem natural e das dinâmicas que acontecem no meio natural do Brasil. A geografia humana do Brasil se ocupa da compreensão e análise das interações entre a população brasileira e o meio. O território brasileiro é dividido administrativamente em 27 unidades da federação, sendo 26 estados e o Distrito Federal (DF), onde está situada a capital do país. Essas unidades se encontram divididas em cinco grandes regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela realização periódica do censo demográfico no país, constatou que a atual população do Brasil em 1 de julho de 2024 é estimada em 212,6 milhões de habitantes, o que caracteriza o Brasil como um país populoso, entretanto, apesar de ser um país populoso que, aliás, é um dos mais populosos do mundo, o Brasil é pouco povoado. Isso significa que ...

O plano econômico de Donald Trump - Ele está planejando um choque anti-Nixon

  Diante das ações econômicas do presidente Trump, seus críticos centristas oscilam entre o desespero e uma fé comovente de que seu frenesi tarifário fracassará. Eles presumem que Trump vai se vangloriar até que a realidade exponha a vacuidade de sua lógica econômica. Eles não têm prestado atenção: a fixação de Trump em tarifas faz parte de um plano econômico global sólido — embora inerentemente arriscado. O pensamento deles está intrinsecamente ligado a uma concepção equivocada de como o capital, o comércio e o dinheiro circulam pelo mundo. Como o cervejeiro que se embriaga com sua própria cerveja, os centristas acabaram acreditando em sua própria propaganda: a de que vivemos em um mundo de mercados competitivos, onde o dinheiro é neutro e os preços se ajustam para equilibrar a demanda e a oferta de tudo. O ingênuo Trump é, na verdade, muito mais sofisticado do que eles, pois entende como o poder econômico bruto, e não a produtividade marginal, decide quem faz o quê a quem — tanto...